Atendimento

Crianças/ Adolescentes/ Adultos / Casais

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Atendimento psicológico





Invista em você e em quem você ama!


Saiba mais sobre o atendimento psicológico entrando em contato. 

  • Sessões individuais (exceto casais) 
  • Orientação aos pais e/ou responsáveis
  • Orientação às escolas
  • Avaliação psicológica
  • Intervenção terapêutica


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como você se defende?

Fonte: http://rafaelbelmook.blogspot.com.br 
Todo ser humano apresenta mecanismos de defesa psicológicos frente aos momentos de conflito. 


Você já parou para pensar quais aqueles que você mais usa?

Estes mecanismos são naturais e aparecem em diversas situações do dia-a-dia. Podem ajudar ou atrapalhar suas relações.
Quantas vezes você ouviu as pessoas reclamarem de outras sendo que tem exatamente os mesmos comportamentos? Este mecanismo se chama Projeção.

Veja um vídeo bem interessante que aborda o tema de maneira simples e clara.

Fonte:www.youtube.com.br



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Mau humor é doença?


Estar incomodado com alguma situação leva o indivíduo a ter atitudes desagradáveis no seu dia-a-dia e isso pode refletir nas suas relações interpessoais (família, amigos, etc.)
Porém, quando o incômodo é muito frequente e se cria o hábito de reclamar, apresentar agitação e/ou ansiedade, queixas digestivas, cardiovasculares e dores de cabeça podem representar um quadro de Distimia, conhecida popularmente pelo rebaixamento do humor frequente. 

Distimia ou Transtorno Distímico é um tipo de depressão crônica e de moderada intensidade caracterizada por sintomas típicos, com critérios descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Americana (DSMIV) e pela Classificação Internacional de Doenças (CID-10)

Tem seu início na infância ou adolescência e não tem sintomas graves o suficiente para se diagnosticar uma Depressão Maior. Por isso, o diagnóstico pode ser tardio e muitas vezes as pessoas demoram a perceber que precisam de ajuda. Em sua maioria, relatam que não se sentem tristes, mas também não sentem alegria ou prazer com a sua vida.

A causa da Distimia é multifatorial, ou seja, existem vários motivos para o aparecimento do transtorno, entre eles, hereditariedade (existem pesquisas afirmando que o humor pode ser transmitido pelos pais), predisposição biológica, traços de temperamento, situações estressantes, etc.

O tratamento com medicamentos pode ser recomendado, afinal há um desequilíbrio no sistema dos neurotransmissores e neuroreceptores como serotonina, noradrenalina e dopamina. Entretanto, por se tratar de um transtorno crônico, o uso não é prologado e assim a psicoterapia se faz muito importante para que os conflitos sejam identificados e adequados ao cotidiano de cada paciente.

Fonte da imagem: http://www.bloguesia.com.br 



Violência contra crianças e o brincar





Você já parou para pensar como a mídia está divulgando os casos de violências físicas e psicológicas nas crianças? Se refletirmos sobre a história, o ser humano passou a enxergar a criança como ser atuante da sociedade a pouquíssimo tempo!

Estudos mostram que na Idade Média, a criança era vista como um adulto em miniatura. Até aí, sem novidades. Porém, a partir do romantismo, a criança passou gradativamente a ser vista como angelical e rica em pureza, mas isso não implicaria em não educá-la com rigidez. 

No Brasil colonial, quanto mais a família fosse cruel com a criança mais ela seria com seus escravos, mostrando a importância do castigo físico como forma de educação. Comum eram os meninos que apresentavam gagueiras em virtude do alto índice de punições.

Com todo histórico de constituições mais atuais de proteção à criança, o primeiro caso judicial de violência infantil foi o de Mary Ellen por volta de 1845, onde a defesa se baseou em leis de proteção aos animais que já existiam.

Todas estas formas de agressão são representadas nas brincadeiras das crianças através de punições contra as bonecas ou brinquedos, por exemplo.

Um pouco mais a frente, o brincar começou também a fazer parte do cotidiano das escolas como forma de exposição das manifestações psíquicas e do melhor aproveitamento dos conhecimentos.

Assim, podemos pensar que muitos adultos ainda têm a concepção antiga de criança como um adulto em miniatura e não como um ser que tem desenvolvimento e necessidades diferentes dele.

Por isso, é importante sempre observar os tipos de brincadeiras e a cultura em que estão inseridas, pois demonstram a maneira pela qual estão sendo tratadas, além de proporcionar o bom desenvolvimento intelectual e social.

Artigo publicado no Jornal Freguesia News em julho/2011
http://freguesianews.com.br/?opc=meio_educacao&id_noti=347

Crianças com problemas: como saber?



Como todo ser humano, as crianças demonstram que algo está errado de maneiras diferentes.

A observação das atitudes e verbalizações (se for o caso) é o ponto-chave para se ter noção do que está acontecendo com ela.

Umas ficam mais quietas e ansiosas, outras mais agitadas e nervosas. Fique atento e procure perceber alguns pontos importantes:



  • Desde quando a criança vem tendo este comportamento?
  • Teve alguma situação que desencadeasse?
  • Mudou a rotina da criança?
  • Em que momentos ela apresenta mais os comportamentos diferentes? 
  • Está com algum problema de saúde física?
  • Como são as brincadeiras e desenhos da criança?
  • Como é a minha reação e a dos outros adultos quando a criança apresenta estes comportamentos?
Além destes questionamentos, converse com outras pessoas que convivem com a criança (avós, escola, parentes, amigos) e com a própria criança de maneira que ela fique à vontade para discordar de algo seu, buscando sempre a flexibilidade de ajustamento de opiniões. Se ainda assim, for muito desafiante conseguir um resultado, procure ajuda profissional. 
O maior passo a ser dado, é reconhecer que algo está errado e precisa melhorar.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Freud, me tira dessa!




O livro é bem descontraído e divertido. Para quem deseja relaxar e boas risadas com as peripécias de uma jovem com seu terapeuta, este é uma boa opção!

Li em um fim de semana e achei muito interessante, não por ser de um tema da psicologia, mas sim porque relata uma situação do dia-a-dia que pode acontecer com qualquer um.



segunda-feira, 27 de agosto de 2012

27 de agosto - Dia do Psicólogo

Este profissional que ainda tem muito trabalho pela frente a fim de demonstrar ao mundo seu potencial de auxílio ao ser humano, deve buscar evoluir sempre.



Que tal conhecermos um pouquinho da história da Psicologia?

Ciência baseada na Filosofia e na Medicina, a Psicologia vem se desenvolvendo rapidamente. Seus antecedentes aparecem desde Platão (cerca de 427-347 a.C.) considerando o "homem da emoção" (coragem) e o "pensador" (intelecto e ideias) até hoje com vários autores de diversas abordagens, passando por Wilhelm Wundt (1832-1920), William James (1842-1910), John B. Watson (1878-1958), Sigmund Freud (1856-1939), Ivan P. Pavlov (1849-1936) e B.F. Skinner (1904-1990), entre outros. O penúltimo com o famoso experimento com cães que salivavam para receber comida ao tocar da campainha, dando base também para o Behaviorismo.

No Brasil, a Psicologia ainda está engatinhando, pois a profissão só foi reconhecida há 50 anos, em 27 de agosto de 1962 (Lei nº 4119/62) com o então presidente João Goulart.

"Ainda temos muito o que aprender, porém já temos muitas bases para proporcionar o bem estar do ser humano." 
                             (Zaira)

Hoje, é um dia muito especial e espero que as pessoas saibam reconhecer a importância de se cuidar não só do corpo, mas da mente também!

"Mens sana in corpore sano"
(Mente sã em corpo são)
Provérbio de uma citação latina derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal.






quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Psicossomática: o que é?



Ramo da medicina e da psicologia que estuda os fenômenos causados pela combinação de fatores orgânicos e psicológicos.

É comum observarmos pessoas com doenças físicas que são agravadas pelo estado emocional que a mesma está. Ao analisarmos melhor, podemos perceber que o estado emocional não é somente um agravante, mas a causa do problema.

A psicossomática começou a ser pesquisada a partir do século XVIII com Johann Christian August Heinroth (1773-1843), médico alemão que afirmava a primazia da alma sobre o corpo e que ambos interagiam de maneiras diferentes. De lá para cá, as pesquisar aumentaram passando por Freud até hoje com Abraham Eksterman (psiquiatra e psicanalista brasileiro)

A somatização pode ser explicada cientificamente através de alterações cerebrais de liberação ou inibição de substâncias como adrenalina, cortisol e serotonina provocando reações no corpo.
Situações muito diferentes e conflitantes na vida do indivíduo produzem mudanças no sistema nervoso autônomo (responsável pelos batimentos cardíacos, pela temperatura corporal, pela digestão, pela respiração e pela sexualidade), no sistema endocrinológico (hormônios) e o sistema imunológico (defesas do organismo).

Os desejos e fantasias são a válvula de escape para os conflitos do cotidiano.  As pessoas que não deixam vazão para estes campos, tendem a produzir um válvula artificial, o corpo.



Fonte: Quando a doença vem da emoção - Simone Iwasso (http://www.psicossomatica-sp.org.br/artigos17.html)
Imagem: http://www.terceiromilenionline.com.br/artigos/psicossomatica-a-ciencia-da-saude-do-homem-integral





segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Síndrome de Burnout



É a síndrome da exaustão emocional em relação aos fatores profissionais. 
Vem do termo burn out ou burnout  "queimar até a exaustão"


Foi inicialmente estudada nos Estados Unidos na década de 70 do século passado no artigo Staff burnout de Freudenberger em 1974. O burnout é a maneira encontrada de enfrentar, mesmo que de forma inadequada, a cronificação do estresse ocupacional. Sobrevêm quando falham outras estratégias para lidar com o estresse.

Burnout ou estresse?
O estresse se caracteriza pela luta constante em recobrar o equilíbrio físico e emocional dos fatores conflituosos. Já a síndrome de Burnout é a desistência desta luta.

Quais são os sintomas?
A intensidade dos sintomas varia de pessoa para pessoa. Por isso, é importantes sempre consultar um profissional para avaliar melhor a situação.
  • Físicos: fadiga constante e progressiva, distúrbios do sono/ gastrointestinais/ cardiovasculares/ sexuais, dores de cabeça e musculares.
  • Comportamentais: irritabilidade, dificuldades na aceitação de mudanças, negligência ou excesso de escrúpulos, perda da iniciativa, aumento no consumo de substâncias.
  • Psíquicas: falta de atenção/ memória, sentimento de alienação/ solidão, baixa autoestima, desânimo, desconfiança/ paranoia.
  • Defensivos: tendência ao isolamento, sentimento de onipotência, perda de interesse no trabalho (ou mesmo no lazer), ironia/ cinismo.
Como tratar ou prevenir?
  • Hábitos saudáveis de vida (alimentação/ atividade física)
  • Utilizar as horas vagas para lazer e não para mais trabalho (mesmo que seja outra atividade)
  • Aprender a dizer: Não! Não fazer mais do que as  suas possibilidades.
  • Organização do tempo útil.
  • Planejamento ambiental: organizar o ambiente para facilitar o seu conforto, bem-estar e agilidade.
  • Comunicação: procure momentos de conversa com os colegas de trabalho seja para falar sobre o serviço ou para distração.
  • Apoio social: família, amigos, etc.
  • Neutralizar os fatores estressantes: procure identificar o que mais te incomoda, avalie e busque estratégias de eliminá-los ou minimizá-los.
  • Psicoterapia individual: o profissional pode te ajudar neste processo proporcionando um momento de reflexão e conforto emocional.

Fonte: Ana Maria T. Benevides-Pereira- A Síndrome de Burnout.


Psicoterapia de casais

Quando falamos de casal, logo imaginamos um homem e uma mulher casados e com anos de convivência. Será que é sempre assim? Será que a psicoterapia de casal serve somente nestes casos? 
Casal é a união entre dois seres, pessoas ou objetos. Não necessariamente precisam estar juntos a anos e muito menos serem de sexos opostos.

A psicoterapia de casal pode auxiliar nas relações mais íntimas entre duas pessoas independente de ser hetero ou homossexual, início de namoro ou bodas de prata. Esta relação íntima que me refiro engloba todas as situações do cotidiano e não só sexuais.

Detalhes do dia-a-dia são fatores importantes em um relacionamento que, muitas vezes, não são levados em consideração pelo casal e que podem arruinar uma união. 

Faça-se perguntas do que você tolera ou não tolera no seu parceiro (Veja bem, eu disse tolera e não o que você não gosta de jeito nenhum!)
Essas reflexões ajudam a compreender em quais situações eu posso ceder à vontade do outro e em quais eu não posso. 

Depois da autorreflexão, proporcione este momento ao seu parceiro e, feito isto, façam em conjunto. 

Esta dica não é (e nunca será) uma fórmula mágica de um bom relacionamento, mas com certeza ajudará a manter saudável uma relação da sua vida.

Deixe seu comentário, vamos trocar experiências!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Todas as abordagens psicológicas são iguais?

Não. As linhas de pensamento variam de acordo com o(s) teórico(s) que embasou(aram) e a maneira de compreender os comportamentos humanos. Que tal conhecermos um pouquinho de algumas abordagens?


  • Psicanálise: baseada na teoria freudiana, tendo como seu princípio fundamental o inconsciente e a vida na infância. Já existem outros psicanalistas com intervenções um pouco diferentes da proposta por Freud.
  • Psicologia analítica: Carl G. Jung mostrou esta linha de pensamento a partir da psicanálise, porém, diferenciou-a também através do conceito de self (ponto central da consciência juntamente com o ego) e da individuação (tendência natural do ser humano em se tornar único)
  • Humanismo: Abraham Maslow orienta estudar as necessidades que o ser humano tem em sua vida, para isso elaborou a pirâmide das necessidades que permite compreender a autorrealização que buscamos.
  • Behaviorismo ou terapia comportamental: baseada na teoria de John B. Watson, faz o estudo do comportamento humano a partir dos acontecimentos objetivos denominados estímulos e respostas.
  • Gestalt: terapia que coloca o paciente à frente do atendimento fazendo-o refletir acerca dos seus conflitos incentivando o imediatismo da experiência e a expressividade tanto verbal quanto não verbal. Seu precursor foi Frederick S. Perls.
  • Psicodrama: Jacob L. Moreno criou a técnica de grupo onde os pacientes são encorajados a representar seus problemas e fantasias (act out) através do desempenho de papéis. Assim, proporcionam ao indivíduo observar os próprios mecanismos de comportamento.
  • Cognitiva: técnica comportamental que se baseia na exposição gradual do paciente a situações geradoras de ansiedade e na prevenção de respostas rituais.
  • Sistêmica: abordagem que compreende o indivíduo ou grupo (casal, família, etc.) com um sistema relacional. Ao tomar consciência dos conflitos que estão no sistema, é possível reelaborar comportamentos incentivando a autonomia.
  • Centrada na pessoa: Carl Rogers mostrou as diferenças do indivíduo entre o eu percebido e o seu comportamento através do Princípio de congruência (capacidade  de perceber os conflitos relacionados à sua experiência).

Estas são algumas das abordagens psicológicas que tem sempre o princípio fundamental de auxílio ao desenvolvimento humano. 

Fonte: CABRAL, A. e NICK, E. Dicionário Técnico de Psicologia. 12ª edição. São Paulo: Cultrix. 2007

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Como funcionam os atendimentos psicológicos?


        De maneira geral, os atendimentos variam de acordo com a necessidade do paciente e da avaliação do profissional, sendo no mínino uma vez por semana com 50 minutos em cada sessão. Aqui estão algumas possibilidades:

  • Criança/adolescente: 1 sessão com o paciente e 1 sessão com os pais e/ou responsáveis por semana (ao menos no período de avaliação).
  • Adultos e casais: 1 sessão por semana. 
       É importante ressaltar que a frequência no acompanhamento é primordial para um bom trabalho paciente/psicólogo. Assim, o vínculo se forma a fim de proporcionar melhor desenvolvimento psíquico.

       O tal desenvolvimento psíquico não é um processo rápido (que acontece de um dia para o outro), por isso, refletir com cada aspecto de conflito pode ser desafiante.

Espero que tenham gostado...
 

Por que procurar um psicólogo?

O profissional de psicologia é treinado para avaliar e proporcionar conforto ao ser humano nas diversas situações do cotidiano. Trabalhará junto com o cliente/paciente organizando reflexões acerca dos conflitos na vida do indivíduo.