Você já parou para pensar como a mídia está divulgando os casos de violências físicas e psicológicas nas crianças? Se refletirmos sobre a história, o ser humano passou a enxergar a criança como ser atuante da sociedade a pouquíssimo tempo!
Estudos
mostram que na Idade Média, a criança era vista como um adulto em miniatura.
Até aí, sem novidades. Porém, a partir do romantismo, a criança passou
gradativamente a ser vista como angelical e rica em pureza, mas isso não implicaria
em não educá-la com rigidez.
No Brasil colonial, quanto mais a família fosse
cruel com a criança mais ela seria com seus escravos, mostrando a importância
do castigo físico como forma de educação. Comum eram os meninos que
apresentavam gagueiras em virtude do alto índice de punições.
Com
todo histórico de constituições mais atuais de proteção à criança, o primeiro
caso judicial de violência infantil foi o de Mary Ellen por volta de 1845, onde
a defesa se baseou em leis de proteção aos animais que já existiam.
Todas
estas formas de agressão são representadas nas brincadeiras das crianças
através de punições contra as bonecas ou brinquedos, por exemplo.
Um
pouco mais a frente, o brincar começou também a fazer parte do cotidiano das
escolas como forma de exposição das manifestações psíquicas e do melhor
aproveitamento dos conhecimentos.
Assim,
podemos pensar que muitos adultos ainda têm a concepção antiga de criança como
um adulto em miniatura e não como um ser que tem desenvolvimento e necessidades
diferentes dele.
Por
isso, é importante sempre observar os tipos de brincadeiras e a cultura em que
estão inseridas, pois demonstram a maneira pela qual estão sendo tratadas, além
de proporcionar o bom desenvolvimento intelectual e social.
Artigo publicado no Jornal Freguesia News em julho/2011
http://freguesianews.com.br/?opc=meio_educacao&id_noti=347
Artigo publicado no Jornal Freguesia News em julho/2011
http://freguesianews.com.br/?opc=meio_educacao&id_noti=347
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