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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Síndrome de Burnout



É a síndrome da exaustão emocional em relação aos fatores profissionais. 
Vem do termo burn out ou burnout  "queimar até a exaustão"


Foi inicialmente estudada nos Estados Unidos na década de 70 do século passado no artigo Staff burnout de Freudenberger em 1974. O burnout é a maneira encontrada de enfrentar, mesmo que de forma inadequada, a cronificação do estresse ocupacional. Sobrevêm quando falham outras estratégias para lidar com o estresse.

Burnout ou estresse?
O estresse se caracteriza pela luta constante em recobrar o equilíbrio físico e emocional dos fatores conflituosos. Já a síndrome de Burnout é a desistência desta luta.

Quais são os sintomas?
A intensidade dos sintomas varia de pessoa para pessoa. Por isso, é importantes sempre consultar um profissional para avaliar melhor a situação.
  • Físicos: fadiga constante e progressiva, distúrbios do sono/ gastrointestinais/ cardiovasculares/ sexuais, dores de cabeça e musculares.
  • Comportamentais: irritabilidade, dificuldades na aceitação de mudanças, negligência ou excesso de escrúpulos, perda da iniciativa, aumento no consumo de substâncias.
  • Psíquicas: falta de atenção/ memória, sentimento de alienação/ solidão, baixa autoestima, desânimo, desconfiança/ paranoia.
  • Defensivos: tendência ao isolamento, sentimento de onipotência, perda de interesse no trabalho (ou mesmo no lazer), ironia/ cinismo.
Como tratar ou prevenir?
  • Hábitos saudáveis de vida (alimentação/ atividade física)
  • Utilizar as horas vagas para lazer e não para mais trabalho (mesmo que seja outra atividade)
  • Aprender a dizer: Não! Não fazer mais do que as  suas possibilidades.
  • Organização do tempo útil.
  • Planejamento ambiental: organizar o ambiente para facilitar o seu conforto, bem-estar e agilidade.
  • Comunicação: procure momentos de conversa com os colegas de trabalho seja para falar sobre o serviço ou para distração.
  • Apoio social: família, amigos, etc.
  • Neutralizar os fatores estressantes: procure identificar o que mais te incomoda, avalie e busque estratégias de eliminá-los ou minimizá-los.
  • Psicoterapia individual: o profissional pode te ajudar neste processo proporcionando um momento de reflexão e conforto emocional.

Fonte: Ana Maria T. Benevides-Pereira- A Síndrome de Burnout.


Psicoterapia de casais

Quando falamos de casal, logo imaginamos um homem e uma mulher casados e com anos de convivência. Será que é sempre assim? Será que a psicoterapia de casal serve somente nestes casos? 
Casal é a união entre dois seres, pessoas ou objetos. Não necessariamente precisam estar juntos a anos e muito menos serem de sexos opostos.

A psicoterapia de casal pode auxiliar nas relações mais íntimas entre duas pessoas independente de ser hetero ou homossexual, início de namoro ou bodas de prata. Esta relação íntima que me refiro engloba todas as situações do cotidiano e não só sexuais.

Detalhes do dia-a-dia são fatores importantes em um relacionamento que, muitas vezes, não são levados em consideração pelo casal e que podem arruinar uma união. 

Faça-se perguntas do que você tolera ou não tolera no seu parceiro (Veja bem, eu disse tolera e não o que você não gosta de jeito nenhum!)
Essas reflexões ajudam a compreender em quais situações eu posso ceder à vontade do outro e em quais eu não posso. 

Depois da autorreflexão, proporcione este momento ao seu parceiro e, feito isto, façam em conjunto. 

Esta dica não é (e nunca será) uma fórmula mágica de um bom relacionamento, mas com certeza ajudará a manter saudável uma relação da sua vida.

Deixe seu comentário, vamos trocar experiências!